Nizan Guanaes e Santa Terezinha - Centro Universitário do Rio Grande do Norte - UNI-RN
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Nizan Guanaes e Santa Terezinha

Nizan Gunaes nasceu em Salvador – Bahia –  em 1958. É um empresário de sucesso, sócio e cofundador  do grupo ABC de Comunicação, a maior empresa dessa área na América Latina e a 18ª no mundo. Em 2010, foi listado entre os cinco brasileiros mais influentes do mundo pelo Financial Times, e, em 2011, foi eleito pela revista Fast Company entre as 100 pessoas mais criativas do planeta. Guanaes também recebeu vários outros prêmios e honrarias, tanto no Brasil quanto no exterior, a exemplo de medalha da Ordem do Rio Branco, no grau de Comendador.

Nizan Guanaes não se restringe às atividades empresariais, pois também dedica-se a criar e a gerir organizações sociais de apoio a grupos de pessoas mais vulneráveis da sociedade. Junto à UNESCO, atua na promoção da escola pública de qualidade, e, no âmbito da ONU, na criação de comissões de alto nível para a prevenção da AIDS. São muitas outras ações de cunho social nas quais Nizan está sempre disposto a contribuir, no intuito de fazer a sua parte na busca por um mundo melhor. Oxalá sua vida sirva de exemplo neste Brasil tão carente de condutas austeras, solidárias e altruísticas, com foco no bem comum.

O outro nome desta crônica, Santa Terezinha, pertence ao Reino de Deus; foi levada aos altares por suas virtudes e por seus milagres tão frequentes e tão louvados no mundo católico. Tereza de Lisieux nasceu em 02 de janeiro de 1873 e morreu em 30 de setembro de 1897, portanto, em 2017, completam-se 120 anos da sua mudança para o céu. Viveu somente 24 anos, tempo suficiente para mostrar sua força espiritual tão forte, um real fenômeno divino. Nascida na França, freira desde os 15 anos, integrou a ordem das Carmelitas Descalças, e tornou-se uma das santas mais populares da Igreja, ao lado de São Francisco de Assis. Santa Terezinha escreveu – nunca se soube como ela conseguiu tanta sapiência – sua autobiografia, com o nome “A História de uma Alma”, publicada um ano depois da sua morte. O Papa Pio XI  beatificou-a em 1923, e, dois anos depois, conferiu-lhe a canonização. Santa Terezinha do Menino Jesus recebeu do Papa São João Paulo II o título de Doutora da Igreja, a 33ª pessoa – a mais jovem – a receber tão alta distinção. 

Bom, e o que tem a ver Nizan Guanaes e Santa Terezinha? No dia 20 de dezembro de 2016, deparei-me com uma crônica de Nizan Guanaes, na Folha, sob o título “Santa Terezina”. Leio sempre seus ótimos textos, porém, qual não foi minha surpresa com a leitura daquela crônica. Primeiro, pelo título, depois pela profunda fé que o autor tem no poder de Santa Terezinha, que ele por vezes a chama “minha santinha”, a quem é grato pelos êxitos da vida. O autor do texto discorre sobre as dificuldades que o Brasil irá viver em 2017: “A melhor forma de enfrentar o ano que entra é nos prepararmos para o pior”, e deixa alguns conselhos de gestão em época de crise. Guanaes revela que todos os dias reza e pede a proteção de Santa Terezinha, para, então, concluir: “E por isso, a vós entrego, minha santa das rosas, esse ano de 2017. Com suas pétalas, seus perfumes e seus tantos espinhos”. O primeiro mês do novo ano já mostrou parte dos males previstos, mas vamos enfrentar e manter o entusiasmo. Sem esquecer de rezar e pedir a proteção de Deus. Sempre.

*Dedico este texto a Lalinha Barros, devota maior de Santa Terezinha.

Daladier Pessoa Cunha Lima
Reitor do UNI-RN

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